pensamentos .
quarta-feira, 16 de março de 2011
Ha uns dias atras eu nao queria conversar com voce ou ate mesmo te dar um abraco ou um beijo..
Ha uns dias atras eu nao queria te ver ou te ajudar a fazer alguma coisa
Ha uns das atras eu te chingava quando voce pegava as minhas coisas e nao me pedia, ou tirava alguma coisa minha do lugar e naoo e nao colocava de volta.
Hoje, eu queria que voce fizesse tudo isso. acredite ! eu nao ia me importar, nem um pouco !
Hoje, eu so queria ver o seu sorriso, ouvir sua voz, te dar um abraco e te beijar ate eu nao poder mais.. eu so queria falar o quanto eu te amo e implorar por perdao.. e tambem dizer que eu te perdoo por tudo que voce me fez e ainda me faz, mesmo tao longe.
Queria poder te ver e gritar pelo seu nome, eu acho que era oque eu mais fazia antes, rs.
queria poder pular em cima de voce e te irritar como antes, te maquiar .. sei la
Na verdade, eu so queria que voce respirasse e voltasse pra mim.
Quando eu era pequena voce me deixava, mais sempre voltava pra mim mae. Mas agora voce nao vai voltar mais, NUNCA mais. E essa saudade que eu sinto por voce eh maior doque a minha vida, e maior o qualquer coisa !
Eu so queria te agradecer por ter me deixado as minhas maiores riquezas, que sao os meus irmaos, principalmente a minha Leticia.
Saudades eternas de voce, mae ! EU TE AMO POR TODA A MINHA VIDA, e ate mesmo depois dela .
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Ternura

Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor
seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentando
Pela graça indizível
dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura
dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer
que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas
nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras
dos véus da alma...
É um sossego, uma unção,
um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta,
muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite
encontrem sem fatalidade
o olhar estático da aurora.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
O medo do Amor
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011

“Eu nunca tive vocação pra alegria tímida,
pra amor mal resolvido,sem soluços.
Eu quero da vida o que ela tem de cru e e belo.
Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe,
E pra seduzir somente o que me acrescenta.
Adoro a poesia e gosto de descascá-la.
A palavra é meu inferno e minha paz.
Sou dramática, intensa, transitória...
E tenho uma alegria que me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Sei chorar toda encolhida.
Por isso, não me venha com meio-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa.
Venha a mim com corpo, alma e falta de ar...
Eu acredito é em suspiros,
mãos massageando o peito ofegante de saudades,
em alegrias explosivas,
em olhares faiscantes,
em sorrisos com os olhos,
em abraços que trazem vida pra gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma,
no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades..."
(Maria de Queiroz)

domingo, 2 de janeiro de 2011

Chuck: “Por favor, não vá com ele.”
Blair: “Por quê?. Me dê um motivo. E ‘Eu sou Chuck Bass não conta’”
Chuck: ” Porque você não quer”
Blair: ” Não é o suficiente”
Chuck ” Porque eu não quero também”
Blair: “Não é o suficiente”.
Chcuk: “O que mais é?”
Blair: “O motivo verdadeiro para eu ficar onde estou e não entrar no carro. Três palavras. Sete letras. Diga e eu sou sua”
Chuck: “Eu…”
Blair: “Obrigada. Isso era tudo o que eu precisava ouvir”